domingo, 8 de julho de 2012

Finntroll


Uma raça maligna que tem muita classe, logo eh legal! ;D
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Traços Raciais dos Finntroll

*   +4 Inteligência, +2 Constituição, -2 Força*. Os Finntrolls tem uma inteligência avançada e resistência poderosa , mas por terem uma sociedade extremamente escravagista por gerações se tornaram fisicamente mais fracos.
*    Monstro. Um finntroll não é considerado humano ou humanóide, sendo imunes a magias que afetam apenas estas criaturas.
*    Visão no Escuro. Finntrolls podem enxergar no escuro até 18 metros, apenas em preto e branco. Um finntroll ignora camuflagem (incluindo camuflagem total) por escuridão.
*    Visão na Penumbra. Um finntroll ignora camuflagem (mas não camuflagem total) Por escuridão. Finntrolls podem ver duas vezes mais longe que humanos sob condições de pouca iluminação.
*    Finntrolls possuem Cura Acelerada 3, porem ela não é capaz de curar dano por fogo ou ácido, e não recupera pontos de vida quando estão expostos à luz do sol ou similar, como a magia Luz do Dia.
*    Respeito dos Trolls. Um troll deve ser bem-sucedido em um teste de Vontade (CD 10 + 1/2 do nível do finntroll + modificador de Carisma do finntroll) para atacar um finntroll.
*    +4 em testes de Identificar Magia.
*    O finntroll escolhe uma dentre as perícias seguintes para ser treinada: Conhecimento (arcano), Conhecimento (masmorras), Furtividade ou Intimidação.
*    Sensibilidade à Luz. Os Finntrolls sofrem uma penalidade de circunstâncias de –2 em todos os testes quando estão expostos à luz do sol ou similar, como a magia Luz do Dia.



O anão não tinha mais noção de tempo e espaço ao seu redor. Os dias de tortura se seguiam ininterruptos, e não havia como marcar o tempo, somente havia tortura ou não tortura. O anão não possuía mais nenhuma força, tivera de urinar e defecar em si mesmo, e o cheiro se espalhava, se mesclando com o cheiro de morte e decrepitude do ambiente. Seu corpo jazia em algo, acreditava ele, similar a uma grande mesa aonde estava preso com os braços esticados.
    O tempo cobrara seu preço em mutilações. Seu olho esquerdo, o antebraço direito, partes de músculos. Então ela entrou no seu campo de visão. Era um ser alto, de uma magreza assustadora, usando vestes negras e uma máscara sobre a boca e nariz que permitia a visão da parte superior do rosto e os longos e negros cabelos ensebados que lhe caiam pelas costas. A pele era de um branco doente e os olhos, fundos nas órbitas, eram de um cinza arroxeado. Se o ambiente fedia a decrepitude, ela parecia ser o cheiro em si. O rosto era desprezível, não apenas feio, mas absurdamente detestável. Mas pior de tudo, sem apresentar o mínimo de sentimento.
    -Por que não me soltam? - disse fraco o anão -Já disse que não sei nada sobre as defesas da cidade. Eu sou apenas um escultor, nem mesmo sou capacitado nas artes guerreiras da minha raça! – ele não percebeu, mas chorava.
    A Finntroll se aproximou, e só pode-se dizer que era uma fêmea por um leve volume em seu tórax. Segurou em algo próximo da mesa e disse com voz abafada através da máscara.
    –E o que pretende fazer? Voltar pra sua terra, viver até quando possível, aprender a trabalhar sem um braço ou quem sabe até mesmo conseguir a pena de um servo dos deuses para lhe devolver os membros – disse ela em subterrâneo, num tom que se possuísse algum sentimento seria sereno –Mas não é isso que vai acontecer. Você VAI morrer aqui, depois de dias de tortura, você VAI ser queimado ou destruído de alguma forma. Mas tem algo que você ainda não sabe.- E fez uma pausa.
    O anão esperou a continuação da frase, sabia que ia morrer, mas queria ouvir o por que ou ao menos tentar entender a situação. Mas antes de ela continuar, o anão sentiu uma forte agulhada nas costas, perfurando sua coluna. A dor era insana, mas o pior foi quando um tipo de líquido fervente começou a correr em seu interior. O corpo começou a se contorcer, e então parou. A dor fora demais para o corpo suportar. Algo surgiu na face da finntroll, não era fácil de compreender, mas no fundo era o sentimento de deleite.
    -Nós nunca tivemos intenção de tirar informações de você.


Os Finntrolls, ou Trolls Nobres, são criaturas que até pouco tempo atrás eram completamente desconhecidos. Malignos ao extremo, essas criaturas do subterrâneo formam grandes metrópoles abaixo até mesmo das anãs, fato que explica por que eram desconhecidos até pouco tempo atrás. Prepotentes e arrogantes, sua sociedade é escravagista, mas diferentes dos moldes táuricos, eles sentem prazer em ferir seus serviçais
Personalidade. Os Finntrolls são seres prepotentes e arrogantes por natureza, de modo que vêem todos os seres da Criação como existindo apenas para servi-los. Alem disso a presunção é quase uma qualidade para eles, sendo assim raramente poupam comentários, por mais ácidos ou sarcásticos que sejam.
    Seguros de sua superioridade ao extremo, mesmo que derrotados irão criticar seus serviçais ou as condições do combate. Depravados, eles sentem prazer em coisas como torturar, e nem mesmo pensam que esse ato seja errado, afinal o torturado deveria estar feliz de ser o veículo para o prazer do finntroll.
Aparência. Finntrolls são extremamente magros e altos, chegando facilmente aos 1,90m, porem mesmo os mais fortes não costumam apresentar uma musculatura verdadeiramente expressiva, sendo mais provável terem músculos definidos porem não volumosos. As fêmeas são ligeiramente mais curvilíneas, mas só ligeiramente. A pele dos Finntroll é muito branca, podendo possuir um aspecto um tanto dente ou esverdeado, com as veias aparecendo pelo corpo. Os cabelos, que vão são de um azul tão escuro que costuma ser confundido com negro, são normalmente cultivados pelas fêmeas em penteados exóticos, já os machos costumam tê-los raspados.
    Sendo as artes dos finntrolls avançadas, a tecelagem é a mais avançada, suas roupas são quase sempre de fina confecção, normalmente negras e com uma certa tendência sensual e elegante. Um tabu indumentário é que o finntroll sempre usa algum tipo de calçado, de preferência que cubra o pé o máximo possível, sendo botas o calçado mais comum. É considerado bárbaro ou sujo andar descalço.
Relações. Por serem orgulhosos ao máximo, os finntrolls consideram todas as outras raças seres inferiores e dignos no máximo de serem seus escravos. Consideram também que aqueles que não se sujeitam a escravidão devem ser destruídos o mais rápido, e se possível o mais dolorosamente, possível.
    Particularmente odeiam os anões, por serem teimosos em relação a servir como escravos e ainda mais por terem a audácia de se manterem vivos. Somente á pouco tempo os anões descobriram que estes monstros sempre foram os verdadeiros inimigos dos anões, usando seus soldados Ghillanins. O ódio dessas duas raças é tão forte que um anão nunca contaria com um finntroll nem que a vida dele dependesse disso, e a recíproca é verdadeira. Por vezes os Finntrolls torturam anões pela simples diversão de faze-lo.
Tendência. Os finntrolls não tem nenhum respeito pela vida e não ligam para o sofrimento alheio, sendo quase sempre malignos. Um finntroll bondoso é tão raro quanto um elfo barbudo. Por terem uma cultura antiga e extremamente organizada, eles são mais voltados para a ordem do que para o caos.
Terras do Finntrolls. O império subterrâneo dos Trolls Nobres é chamado Trollkyrka, o que significa simplesmente “terras dos trolls”. Sua verdadeira localização ou extensão é desconhecida, mas muitos exploradores suspeitam que ele ocupa uma “camada” inteira logo abaixo de Doherimm – bem como outras cavernas-mundos que suspeita-se existir quilômetros sob a terra.
    As maiores cidades finntroll são gigantescas, abrigando populações de milhares, e um numero ainda maior de escravos e soldados Ghillanins. Durante suas guerras com os anões, os exércitos trolls atacavam especialmente as fronteiras norte, nordeste e oeste de Doherimm, sugerindo que grandes nações talvez existam em tais pontos.  Também especula-se que a Grande Fenda, um abismo existente no Reino dos Anões, leva diretamente a uma das maiores metrópoles finntroll – talvez até mesmo a capital de seu império, a lendária Trollhättan.
    Embora quase nunca tenham sido vistas por olhos estrangeiros (exceto escravos), as cidades finntroll são impressionantes e macabras ao mesmo tempo. Formadas por palácios e torres negras, em configurações que lembram ossadas, plantas retorcidas e outras formas orgânicas. Todas as ruas e casas apresentam passagens e áreas que não podem ser pisadas por um não-finntroll, sob pena de tortura e até morte. Os escravos podem percorrer apenas as valas imundas reservadas para eles.
Religião. Os finntrolls adoram Megalokk, afinal eles são monstros cruéis, aqui ele é chamado Troldhaugen, venerado em templos colossais com estátuas grotescas. Ironicamente, sua segunda principal é Tenebra, aqui chamada Dearani, conhecida como à senhora da escuridão, a qual eles consideram sua padroeira.
Nomes. Os nomes têm uma tendência a consoantes surdas e sons que lembrem arranhados ou expressões de dor. O prefixo “troll” também é comum nos sobrenomes. Exemplos: Drask, Anok, Veerask, Hakma, Dresis, Suteky.
Aventuras. A razão mais comum para os finntrolls se aventurarem é para causar sofrimento a outras pessoas ou capturar novos escravos. Outros desbravam para reafirmar a superioridade de sua espécie. Porem, alguns finntrolls durante suas idas as “Terras Depravadas”, o nome do mundo da superfície, podem, à medida que tem contato com as outras raças o finntroll pode perder seu repúdio as outras raças, podendo até aceitar companheiros das outras raças.


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